capa_76

Vinhos verdes: Frescas propostas na nova estação

Edição 76  (PDF)

No auge da Primavera e com o Verão quase, quase a chegar, o calor obriga-nos por vezes a parar, encontrar uma sombra e refrescar. E, para desfrute total, nada melhor que um vinho português, branco ou rosé, servido à temperatura adequada ou, para os mais aprimorados, um espumante bruto ou um licoroso fresquinho.
Mas como o difícil é escolher, para vos orientar, a Nectar resolveu nesta edição provar 60 vinhos verdes, incluindo reservas, colheitas tardias, espumantes e adamados, dando destaque à região e reservando-lhe uma reportagem especial. A norte, visitámos oito produtores que desenvolvem nas suas adegas alguns dos melhores vinhos verdes e alvarinhos, provámos os espumantes que alguns lançam no mercado e ficámos com a certeza que a qualidade está a melhorar.
Mas não ficámos por aqui. Do Douro, Dão, Tejo e Alentejo também nos chegam boas propostas, entre elas as colheitas de 2008 das marcas de brancos já firmadas, mas também alguns tintos, principalmente monovarietais ou novas apostas com castas de produção recente em Portugal.
Em Lisboa, a antecipação da temporada manifestou-se em diversos eventos realizados, e alguns lançamentos, sendo os jovens até aos 35 anos os que se mostraram mais interessados e se perfilam como potenciais futuros consumidores.
E porque sem identificação e codificação dos produtos a distribuição dos vinhos era impensável, falámos com o representante em Portugal do líder de soluções em marcação de garrafas, caixas e paletes, em actividade entre nós desde 1998, com as melhores vantagens. •

———————————————————————–

capa74

2009, O ANO DA CONSOLIDAÇÃO

Edição 74/75  (PDF)

Cansados da palavra crise, partimos nesta edição à descoberta de um país vinícola mais positivo que, acima de tudo e dadas as suas potencialidades, deve dar a volta por cima, consolidando marcas ou lançando-se em novos desafios, que por vezes é o melhor a fazer nestas alturas, podendo salvar muitos postos de trabalho.
Preferimos portanto apelidar 2009 como sendo um ano de consolidação, na qual marcas, empresas e organismos devem apostar, quer seja através da fidelização dos actuais clientes quer conquistando outros, através de re-brandings, promoção ou lançamento de novos produtos.
Ficámos aliviados pois, afinal, existe vontade, principalmente das regiões afastadas dos grandes centros urbanos que se querem assumir, cada vez mais, como destinos de excelência, promovendo os seus pontos de interesse.
Subimos à Bairrada, para experimentar as relíquias gastronómicas ali produzidas, assistimos a eventos no Porto, que distinguiram os principais vinhos e produtores portugueses, e escrevemos sobre a harmonia da comida com vinhos, sugerida por associações, hotéis ou restaurantes.
Presenciámos conversas, associamo-nos a encontros e festas em torno do vinho, e destacámos produtores, pela forma original e inovadora com que lutam nos mercados, nacional e estrangeiro.
E porque beber vinho também pode ser uma moda, em Cascais, deliciámo-nos com coktails, que podem ser a porta de entrada dos jovens num mundo, o dos vinhos, que tem ainda muito para dar aos apreciadores mas também aos futuros experimentadores. •

J.E. Aparicio

———————————————————————–

capa72

SEIS ANOS DEPOIS, CONTINUAMOS A ACREDITAR
Edição 72/73  (PDF)

A Nectar completou no mês de Janeiro seis anos de vida. Seis anos em que se dedicou a dar a conhecer o que de melhor se faz em Portugal no sector dos vinhos. A divulgar marcas, produtores, estabelecimentos, enólogos, castas, técnicas – em suma, tudo o que faz do sector um mundo tão vasto e apaixonante. Ao longo destes seis anos, o panorama vinícola português mudou significativamente. Na maior parte dos casos, para melhor. Melhorou a qualidade média dos vinhos, melhorou a capacidade de competir nos mercados externos, melhorou o cuidado posto na apresentação dos produtos, melhorou a visibilidade no estrangeiro graças aos inúmeros prémios conquistados. Dessas conquistas fomos dando conta aos leitores em cada edição. E também nós tentámos, mês após mês, melhorar o conteúdo da revista, e dessa forma contribuir para a melhoria geral do sector. Porque o nosso objectivo é, no fim de contas, o mesmo que o dos outros agentes que integram o mundo dos vinhos portugueses: torná-lo maior, mais forte, mais conceituado e mais reconhecido interna e externamente. Estamos, portanto, de parabéns. Nós pelo nosso aniversário, o sector em geral pelos progressos que alcançou nestes seis anos. E que – são os nossos votos – vai continuar a alcançar neste novo ano, apesar das dificuldades que a economia mundial atravessa. •

J. E. APARÍCIO – Director